Aqui nas proximidades de onde me encontro,
dei com um campo aberto coberto por vida.
Parado, perplexo como com tudo que a natureza
guarda, dado um certo desprendimento que lhe é vital,
fiquei a observar a forma como cada coisa tão particular
e solitária completava aquele cenário cuidadosamente ocasional.
Uma árvore, um mato, um ajuntamento de pedras, um campo.
Tudo tão significativo e indefinido ao mesmo tempo, que pensara
Comigo se tudo não passara de oscilações da minha consciência,
Efeito de noites mal dormidas.
Como que para me provocar os sentidos, chamando-me para
a impossibilidade do agravamento, esfreguei novamente os olhos, estava lá.
Uma árvore, um mato, um ajuntamento de pedras, no campo, um homem.





